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Eis
algumas sugestões de mudança nas nossas regras oficiais,
apresentadas por José Luís Mendonça, presidente da
Confederação Brasileira de Futebol de Mesa.
Sugerimos que todo aquele botonista que tiver alguma
proposta de alteração, passe um e-mail para contato@liberdadefuteboldemesa.com.br.
Entendemos que a nossa continua muito interessante,
precisando de alguns “retoques”. As sugestões apresentadas
pelo José Luís foram:
Goleiro:
Proibido o 4º toque da jogada; ao final da jogada
de 3 toques, se a bola parar na sua área pequena ou
tocar em sua superfície e ficar na distância de 6
cm, a posse de bola passa para o adversário com tiro
livre indireto no bico oposto da grande área.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA (DF):
"Até concordo com o final do 4º toque; mas o
técnico não deveria ser punido com tiro livre indireto;
simplesmente a bola passa a ser do adversário."
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
”Concordo plenamente, excetuando a aplicação de Tiro
Livre indireto”
COMENTÁRIO
DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Concordo, mas assim como o Bruno acha que o
tiro livre indireto não deve ocorrer, o lance passa
para o adversário e a bola fica onde parar. "
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO . "Não faz sentido essa alteração.
Em primeiro lugar isso raramente acontece (na prática
nem me lembro de uma jogada dessa), em segundo lugar
se acontecer a seguinte jogada hipotética: chute a
gol no último lance, a bola bate na trave, volta,
atravessa todo o campo e pára na pequena área do técnico
que chutou. Ele será penalizado com tiro livre indireto
em jogada decorrente de um chute a gol, pois será
proibido o 4º toque na jogada? Na regra atual a bola
seria do adversário, sendo que o mesmo tendo a bola
vindo de sua defesa não poderia chutar a gol? Com
essa alteração o adversário seria beneficiado podendo
chutar a gol (tiro livre indireto)??? Ao meu ver,
essa alteração não traria nenhuma vantagem prática
e útil. "
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"Concordo com o fim do quarto toque, mas não
concordo com a marcação de tiro livre indireto. A
bola passaria para a posse do adversário, mesmo que
estacione dentro da pequena área. "
COMENTÁRIO
DO THIAGO STEFAN (JF):
"Não
concordo. Sinceramente, não vejo o porquê de alterar
esta regra. Vejo o recuo para o goleiro no terceiro
toque como o último recurso da defesa, geralmente
em apuros. E em boa parte das vezes que o recuo em
terceiro toque acontece, existe a possibilidade de
erro no passe, com um possível gol contra ou um escanteio
cedido."
Goleiro - Parágrafo único:
Só poderá ser deslocado quando em tiro de meta, tiro
a gol ou posse de bola do mesmo (bola tocando sua superfície
ou na pequena área), ressalvando o item acima.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA (DF):
"Acho que vai tornar mais dinâmica a participação
dos jogadores de defesa, visto que não terão mais a
moleza de colocar o goleiro em todo lance que vai executar."
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
"Me parece uma boa idéia,apesar de trazer uma mudança
ENORME na estrutura do jogo atual. Tem que ser bastante
testada na mesa."
COMENTÁRIO DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Já testamos internamente na Portuguesa esta opção
antigamente, e o jogo muda enormemente, ficando enfadonho
e possibilitando aos retranqueiros e amantes de uma
boa "cera" mais uma oportunidade de fugir do jogo. Como
não poderíamos mover o goleiro, a tendência é proteger
mais a bola e consequentemente amarrar mais o jogo.
Não acho que essa seja a beleza da nossa modalidade.
"
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO. "O Goleiro na regra 3 toques
é usado como arma para estratégias, definições de jogadas,
etc., como p. ex., fazer tabela para tirar um bola preparada
para chute a gol pelo adversário, atrapalhar jogador
adversário que está em sua área, etc.. Se limitarmos
de tal forma a movimentação do goleiro, teremos logo
uma limitação em jogadas na defesa típica da 3 toques,
que é o uso do goleiro como "arma" para destruir jogadas
de ataque. Até na regra 12 toques, que era dessa forma
(limitação no movimento do goleiro) o pessoal mudou
para "uma mexida" no goleiro em sua jogada, e agora
na 3 toques estão querendo tirar uma "arma de defesa".
"
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"Posso estar equivocado, mas sempre achei que um
dos diferenciais da nossa regra era o fato do goleiro
não ser uma mera peça decorativa. Com a liberdade de
ações que tem, o utilizamos para lançar a bola, deixar
os botões adversários em impedimento, marcá-los impedindo-os
de se deslocar, posicioná-lo para cortar lançamentos
e muitos ainda o utilizam nas tabelas para desarmar
o adversário. Ou seja, torna-se uma das peças principais
do jogo o que considero uma virtude da regra e não um
defeito."
COMENTÁRIO DO THIAGO STEFAN (JF):
"Essa proposta é extremamente nociva à modalidade.
Altera em muito a filosofia do jogo. Deixa a saída para
o ataque lenta. Congestiona o setor defensivo. Excelente
pretexto para quem quiser fazer cera."
Lateral Cavado:
Jogada normal em todo campo de jogo; cavou no 1º
lance, mais 2 toques; se estiver no ataque, passar e
poder chutar a gol; no 2º lance só colocar a bola em
jogo.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA (DF):
"Com isso estaríamos padronizando a nossa regra,
acabando com as diferenças entre lateral cavado e cedido;
também acho que a jogada, iniciada no ataque, deveria
poder chutar a gol."
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
"Isso é uma maiores ABSURDOS que já ouvi.Já imaginou
os jogadores posicionando os botões para lançarem ao
ataque (como fazemos para jogar em branco) e de repente
darem um “bico” buscando cavar um lateral no primeiro
lance para chutarem à gol em seguida ? A beleza da nossa
regra seria ALTAMENTE afetada."
COMENTÁRIO DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Das sugestões apresentadas, achei esta a mais
prejudicial à regra 3 toques, pois alteraria toda a
estratégia e tática atual. Você passa o tempo todo marcando
e agora basta uma cavada num jogador de defesa que está
ao fundo para ter uma opção de chute a gol. Parece-me
absurdo. A beleza da regra está em usar a inteligência
e a técnica para evoluir e conseguir chutar. Com essa
alteração, prevalecerão os "cavadores" profissionais
e o jogo pode ficar feio, parecendo uma "pelada".
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO. "É a alteração mais absurda
que foi proposta. Além de acarretar "estouros e mais
estouros" em bolas prensadas, a arbitragem terá mais
dificuldades ainda pra definir se foi cavada ou não,
pois mesmo cavada a jogada poderá acabar em chute a
gol. Reclamações, brigas, desavenças entre técnicos
e técnicos e árbitros surgirão aos milhares pelos campos
3-toquistas do País. Acho que um bom técnico sabe usar
muito bem uma jogada cavada, para proporcionar um chute
a gol em jogada futura. Não é preciso mudar tal dispositivo.
"
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"Nos testes que fiz essa foi sem dúvida a alteração
que mais mexeu, na minha opinião, na estrutura do jogo.
1) Se o adversário nos der a chance de recuperar a bola
no ataque, no primeiro lance, a primeira coisa que muitos
visualizarão será como cavar um lateral, já que imaginar
uma jogada é de fato mais difícil; 2) Os lances duvidosos,
que são muitos nestes casos, podem se tornar decisivos,
pois de um lance desses poderá sair um gol. Uma dificuldade
a mais para os árbitros administrarem; 3) Muda as características
dos botões, pois passaria a ser mais vantajoso aumentar
o número de jogadores semi-cavadores nos times. "
COMENTÁRIO DO THIAGO STEFAN (JF):
"Temo que com a possiblidade de chutar a gol depois
de lateral cavado traga de volta dos horríveis botões
cavadores e suas bainhas negativas. Para que armar ou
dar passe, se cavar é mais fácil?"
Saída de Jogo:
Jogada normal (3 toques), passe no 2º lance para
ter o 3º toque.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA
(DF):
"Em nome da padronização, deveria ser assim, com
uma sugestão: falta técnica anotada desde a primeira
tentativa de conclusão da jogada."
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
"Já tivemos isso em outra época, em que se dava o passe
no segundo lance e ainda por cima se fechava ! A saída
de jogo realmente não me incomoda em nada e não vejo
o porquê de mudança."
COMENTÁRIO DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Não vejo finalidade nesta mudança. Com 3 toques
vai ter muita gente saindo e armando jogada... em minha
opinião quem faz gol não pode ser penalizado. Hoje existem
saídas brilhantes e criativas com apenas 2 toques. "
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO. "Depois de um tempo, os técnicos
com certeza acharão uma maneira de fechar a jogada e
chutar na segunda jogada jogada após a saída de bola.
Essa mudança poderia transformar a regra num "gol a
gol", como é a regra 12 toques, onde o cara sai com
a bola e já chuta a gol. Poderíamos ter jogos onde só
veríamos chute do meio-campo/intermediária. "
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"Não. Tudo, menos transformar o jogo em um gol
a gol. Existem saídas criativas para manutenção da posse
de bola (como a maravilhosa idéia do Falcometa no último
brasileiro individual)."
COMENTÁRIO DO THIAGO STEFAN (JF):
"Sou contra. Tem gente que vai chutar no gol com
menos de um minuto de jogo."
Tempo de Reflexão:
10 (dez) segundos, sendo que o juiz, ao final deste
tempo, aplicará uma falta técnica e posteriormente uma
técnica a cada 5 (cinco) segundos.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA (DF):
"Talvez venha a combater a cera, não sei; o mais
importante, nos casos de técnicos que demoram muito
para jogar, é o árbitro lembrar de acrescentar cada
tempo que ele ultrapassou; assim sendo, acabaria com
essa preocupação em fazer cera."
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
"Também acho que deve ser testada. Não concordo que
não seja dado o alerta de TEMPO seja ele aos 5, 6 ou
7 segundos. Nossa regra não precisa de SURPRESAS para
punir ninguém, as coisas devem ser CLARAS, pois já temos
problemas demais entre jogadores e árbitros"
COMENTÁRIO DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Não concordo, pois como o tempo não é aberto e
não usamos relógio, não poderíamos ser punidos antes
de alguém que os 10 segundos já se esgotaram. Acharia
muito melhor para combater a cera o tempo de reflexão
passar para 7 ou 8 segundos, tempo suficiente para alguém
dar uma paletada. "
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO. "O tempo de reflexão já não
é de 10 segundos?"
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"A nossa regra é muito reflexiva e necessita precisão
de raciocínio. Precisamos é que os botonistas que estiverem
munidos da autoridade de árbitro conscientizem-se da
necessidade de aplicar com rigor o que diz a regra no
que tange a aplicação de faltas técnicas e que concedam
os descontos devidos ao final do tempo regulamentar.
"
COMENTÁRIO DO THIAGO STEFAN (JF):
"Uma proposta extremamente benéfica à dinâmica
do jogo."
Tempo de Ataque/Defesa:
10 (dez) segundos para cada, findo o tempo o juiz
deve reiniciar a partida.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA (DF):
"Sempre achei 15 (quinze) segundos muito tempo
para uma arrumação de tiro-de-meta; além disso, padroniza
os tempos de reflexão.
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
"10 segundos para se arrumar o ataque são suficientes,
mas não para se arrumar a defesa. Ou se arranja um meio
termo ou não se muda.”
COMENTÁRIO DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Excelente proposta. Acho que 10 segundos são suficientes."
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO. "Acho que deveria ser aumentado
para 20 segundos, pois 15 é pouco pra arrumar a defesa
dependendo da situação do jogo, e sabemos que geralmente
os 15 segundos não são respeitos. Se formos cronometrar,
quando num jogo temos um juiz mais "light" as arrumações
demoram 40 segundos, no mínimo."
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"No pior dos casos, em um tiro de meta contra,
temos sete botões para arrumar na defesa (menos de um
segundo e meio para posicionar cada botão). Um botão
mal posicionado e adeus. Dez segundos não dá. Como é
impossível determinarmos tempos diferentes para arrumação
de ataque e defesa, acredito que deva ficar como está."
COMENTÁRIO DO THIAGO STEFAN (JF):
"Também vai deixar o jogo mais dinâmico."
Jogada Furada:
Máximo de três furadas consecutivas, sendo obrigatório
o toque na bola na quarta jogada.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA (DF):
"Essa eu não gostei; se meu adversário sabe se
defender bem, mérito dele; quem estiver perdendo que
corra atrás."
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
"Não concordo."
COMENTÁRIO DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Concordo. Nossa modalidade deve ser a modalidade
da criatividade, e não da cera. Se bem que, caso o botonista
esteja "aranhando" e seu adversário não tenha acesso
à bola, mesmo tocando na bola na quarta jogada, depois
a cera vai continuar. Deveríamos sim constar na regra
a punição para a falta de objetividade e competitividade,
o que ocorre em muitos esportes. Disputamos partidas
onde o objetivo é fazer gols, e não um campeonato de
quem trava melhor a bola ou faz cera com maior maestria.
Afastamos novos adeptos com este aspecto enfadonho da
modalidade. "
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO. "Outra proposta absurda. As
furadas fazem parte da estratégia. Se o defensor não
consegue chegar à bola, fazer o quê?? Seria outra alteração
quem poderia confundir a arbitragem. "
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"A princípio não concordo, mas admito que os testes
que fiz não foram suficientes para ter uma opinião formada.
Cria mais uma atribuição para a arbitragem e não puniria
a falta de objetividade, pois um toque na quarta jogada
não obrigaria a bola a sair da região onde já se encontra.
Complicado."
COMENTÁRIO DO THIAGO STEFAN (JF):
"Interessante a proposta. Mas sugiro uma modificação.
Após a terceira jogada sem tocar na bola, o jogador
deverá deslocar a bolinha a distância de um palmômetro."
Tempo de jogo:
Dois tempos de 20 (vinte) minutos.
COMENTÁRIO DO JOSÉ RICARDO ALMEIDA (DF):
"Já jogamos assim em Brasília e acho que é um tempo
suficiente para se jogar; além disso, ganhamos muito
tempo na organização de torneios."
COMENTÁRIO DO BRUNO DE CASTRO (RJ):
"Não concordo que sejam retirados 20% do jogo. Jogo
botão há 24 anos e nunca vi ninguém morrer em nenhum
campeonato de longa duração. O maior inimigo dos atrasos
nesse tipo de campeonat é a falta de organização à intervalos
entre as partidas e isso está sendo MUITO minimizado
com as atitudes tomadas pela confederação, como deixar
a MESA CENTRAL independente, por exemplo"
COMENTÁRIO DO LEONARDO STUMPF (JF):
"Concordo com esta alteração desde que o tempo
de arrumação de ataque/defesa passe para 10 segundos
e o tempo de reflexão passe para 8 segundos. Daria para
fazer mais partidas num campeonato, e para quem gosta
de jogar, quanto mais partidas diferentes melhor."
VOTO E COMENTÁRIO DA FEDERAÇÃO
GOIANA DE FUTEBOL DE MESA:
VOTO - NÃO. "Em diversos torneios pelo País
o 20 x 20 já é usado para dimunuir a duração das compeonatos.
Acho que deveria ser mantido do jeito que está. Cada
Federação define se os torneios serão disputados no
tempo oficial, 25 x 25, ou para dinamizar a duração
dos torneios, poderiam usar o 20 x 20. Agora nos torneios
oficiais da CBFM o tempo oficial deveria der o de 25
x 25. Resumindo, deveria ser mantido o 25 x 25, porém
facultado Às federações a diminuição de 20 x 20 para
torneios de pequeno porte, sendo obrigatório o 25 x
25 para os torneios da CBFM. "
COMENTÁRIO DO ANTONIO LIMA ORNELAS (RJ):
"Como não concordei com nenhuma redução referente
aos tempos de reflexão, seria incoerente concordar com
redução do tempo total. Além disso, gostaria de entender
qual o objetivo dessa mudança. Jogar o mesmo número
de partidas em um dia, gastando menos tempo ou gastar
o mesmo tempo e jogar mais partidas?"
COMENTÁRIO DO THIAGO STEFAN (JF):
"Creio que com a diminuição no tempo de reflexão
e no tiro de meta o tempo possa ser alterado. A modificação
facilita a vida dos organizadores."
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