01. Faça uma breve apresentação a seu respeito.
Onde e quando nasceu? Onde e quando iniciou no futebol
de mesa? Como aconteceu seu início na modalidade de
três toques? Quais os tipos de regra que você já praticou?
Qual a maior satisfação que o futebol de mesa lhe proporcionou?
R.: Thiago Stephan Tavares: um cara tranquilo,
apaixonado por Futebol de Mesa e que acredita que jogar
bonito e lealmente é mais importante que ganhar. Mas,
ganhar também é muito bom! Minhas primeiras palhetadas
foram dadas na pequena cidade de Bicas, em Minas Gerais.
Ganhei meu primeiro time - e Estrelão - quando tinha
quatro anos de idade. Jogava com meu irmão mais velho,
João Francisco, atual campeão mineiro na modalidade
Três toques. Desde então, nunca mais deixei de falar
"marca" e, consequentemente, "tá marcado". Em 2009,
eu e João Francisco estamos completando 20 anos de atividades
quase ininterruptas na Regra Carioca. Conheci a modalidade
através de um dos melhores botonistas que vi jogando:
Flávio Mockdeci. Ele organizou uma competição de "leva-leva"
em uma casa de materiais esportivos aqui em Juiz de
Fora. Fui eliminado na primeira fase. Mesmo assim, ele
me convidou para ir jogar no Sport. De lá para cá, vesti
várias camisas, das quais sinto orgulho: Sport, Futrica,
Tupi, Palheta de Ouro, Chacal, Sociedade Portuguesa,
Vasco e Tupi. A maior satisfação que sinto por ser um
botonista é ter a certeza que essa modalidade, tão pouco
conhecida da grande maioria, foi decisiva para moldar
o meu caráter. Cresci dentro do Futebol de Mesa e devo
muito a esse esporte. Que o diga minha mãe, Dona Ana.
02. O que o levou a optar pelo futebol de mesa
como modalidade esportiva, em detrimento de outro esporte?
R.: Quando comecei a jogar o Futebol de Mesa eu também
jogava Futebol de Salão. Fui vice-campeão juizforano
na categoria Pré-Mirim. Mas, quando conheci o Futebol
de Mesa, fiquei fascinado. Eu sou uma pessoa muito imaginativa.
E o Futebol de Mesa mexe demais com pessoas assim...
Anos mais tarde, defendi minha monografia de conclusão
do Curso Comunicação Social na UFJF. O título do trabalho?
"O Futebol de Mesa e as narrações esportivas". No estudo,
apresentei uma pesquisa na qual vários dos atuais narradores
e repórteres de campo de veículos de Comunicação do
Brasil tiveram um "primeiro contato" com a futura profissão
ao narrar, na infância ou adolescência, partidas de
Futebol de Botão. Foi nesse estudo que aprendi mais
sobre a "Sensorialidade": a capacidade que temos de
criar imagens mentais através de narrações esportivas
radiofônicas ou, por que não, através de partidas de
Futebol de Mesa. Asas para a imaginação!
03. O que representa o futebol de mesa para você?
Quanto tempo de sua semana você dedica à prática do
futebol de mesa? Sua família apóia você?
R.: O Futebol de Mesa para mim é parte da minha
existência. Não consigo me imaginar sem estar jogando
ou sem estar envolvido com o Futebol de Mesa. Mesmo
quando estive afastado, no ano passado, buscava informações.
Atualmente, não se passa um dia sem que eu entre nos
site do Liberdade, do Grêmio, da FEFUMERJ e no futeboldemesanews.com.br.
Estou tentando voltar a praticar o Futebol de Mesa pelo
menos uma vez por semana. Por enquanto, tenho jogado
a cada 15 dias, ou menos. Quanto a minha família, todos
apoiam. Minha mãe afirma ter gratidão ao Futebol de
Mesa. Meus irmãos, primos e tios sempre me perguntam
se eu ainda jogo e ficam felizes ao saber que sim.
04. Qual o nome de seu time e o que o levou a
esta escolha?
R.: Meu time não tem nome. Já foi Flamengo do
Piauí - uma sátira ao Flamengo -, Seleção Brasileira
e Palmeiras. Atualmente, estou jogando com em escudo
de uma empresa em que trabalhei. Fiz uma seleção dos
meus amigos naquela instituição e o Brunno Gill fez
o escudo para mim utilizando a "logo" da empresa. Mas,
já vou tirar esse distintivo. Está dando azar! Estou
procurando um novo time para "defender" suas cores.
Mas, o certo mesmo é que nenhum distintivo do mundo
vai deixar meu time mais bonito. Mas, eu gosto dele
mesmo assim.
05. Quais os botonistas que, ao longo de sua carreira,
mais o incentivaram?
R.: Tem um grupo de botonistas que sempre me
incentivou. A lista é longa. Aproveito a oportunidade
para agradecer a paciência e atenção que tiveram comigo.
São eles: João Francisco, Miguel Lemos, Renato Baumgratz,
Marcus Motta, Leonardo Stumpf, Bruno de Castro, Romualdo
Picininni, José Henrique Winter, Sidney Alves (Futrica),
Gilson Nogueira, Guto Bittar, Paulo Sérgio, Henrique
Madeira, Carlos Henrique Garcia... e por aí vai. Desculpem-me
se esqueci algum, o que certamente aconteceu.
06. Quais mais o influenciaram e impressionaram?
R.: Quando comecei a jogar, o grande nome do
Futebol de Mesa em Juiz de Fora era o Renato Baumgratz.
Aprendi muito com ele, seja olhando, seja perdendo para
ele. O Marcus Motta foi um grande companheiro de treinos.
Foi nas férias de 1991, se não me engano, na qual treinávamos
todos os dias, pelo menos umas quatro horas, que eu
tive um grande salto de qualidade. O Bruno de Castro
também é um jogador fantástico e também aprendi muito
com a forma dele jogar quando fizemos equipe juntos
no Palheta de Ouro. O Miguel Lemos me ensinou o básico
do Futebol de Mesa. Tenho gratidão ao Miguel por sua
ajuda.
07. Quais mais o decepcionaram?
R.: Não vou dizer que fiquei decepcionado. Só
existiram pessoas das quais eu esperava mais.
08. Em sua opinião, qual o tipo de time ideal,
bainha, altura, diâmetro etc.?
R.: Para mim, o time ideal é o meu. Quanto ao
diâmetro, tem 6cm. Não sei sua altura e não sei o grau
de inclinação da sua bainha, apesar de jogar com ele
desde 1992. Mas, conheço a "aura" de cada botão (sic).
A única coisa que posso afirmar com maior precisão é
que, dependendo do dia, meu time faz gol.
09. O futebol de mesa não se resume apenas aos
títulos e troféus conquistados. Quais foram as suas
maiores alegrias na carreira? E as maiores tristezas
ou decepções?
R.: Foram várias as alegrias, infinitamente
maiores que o número de tristezas, as quais nem vou
citar. Uma das alegrias foi ter sido Campeão Brasileiro
de Equipes, em 1997, juntamente com o Bruno de Castro,
Miguel Lemos, Roberto Rocha, Astyages Brasil e Paulo
Stavalle. Tinha o Duda também, que nos incentivou o
tempo todo. Aquele título me marcou muito. Quase dez
anos depois, em 2006, tive a oportunidade de ser Campeão
Brasileiro de Equipes jogando pelo Vasco, meu time de
coração, ao lado de amigos como Guto Bittar, Paulo Sérgio,
Henrique Madeira, Marcus Motta, Paulo Marcos, Sibélius
Bernardes e Maurício Cabral. Sinto-me fazendo parte
da gloriosa história do Vasco por causa daquele título,
que foi conquistado com muita garra. Atualmente, me
sinto feliz da vida, de alma lavada, ao retornar ao
Tupi e ter a possibilidade de jogar novamente na sala
que outrora foi palco de tantas alegrias.
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Thiago
(a esquerda) juntamente com a equipe do Vasco
da Gama, campeã Brasileira de 2006
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10. Qual a sua partida que você chamaria de inesquecível?
R.:Em 1997, venci o Marcus por 1x0 na partida
que decidiu o título daquele ano do Campeonato Brasileiro
de Equipes. Ele estava há 28 jogos invicto e, ao me
parabenizar, disse que eu tinha feito uma partida perfeita.
Talvez tenha sido uma das minhas melhores apresentações
nestes 20 anos de Futebol de Mesa.
11. Qual a sua pior partida, aquela que você não
gostaria de lembrar?
R.: Ah, deixa isso pra lá... Já tomei tantas
goleadas!
12. Descreva um fato pitoresco acontecido no futebol
de mesa, dentro ou fora da mesa.
R.: São vários os fatos, inúmeras as palhaçadas.
Hoje, quando relembramos a viagem de volta de Teresópolis,
onde fomos jogar um campeonato em 2005 (se não me engano),
as risadas são garantidas. Jogávamos na Sociedade Portuguesa
e vencemos o Rio Minas de Trio. Antes de pegar a estrada,
resolvemos parar para comemorar o título. Nosso piloto,
Luiz Henrique, não havia dormido na noite anterior em
função do frio que fez na Serra. Na viagem de volta,
quando já estávamos na BR-040, entre uma cochilada e
outra, peguei todos os passageiros do Chevette dormindo,
inclusive o piloto. Foi o tempo de dar um grito. O Chevette
saiu da pista, subiu no barranco e quase capotou. Também
estavam no carro o João Francisco e o Léo Stumpf. Já
acordados do breve sono e de volta à estrada, percebemos
que o veículo tinha o pneu estraçalhado. Tem mais...
Quando o Luiz Henrique foi pegar as ferramentas no porta-malas
para, deixou a chave do veículo lá dentro. Eu, com medo
de dar uma cabeçada, fechei a porta do porta-malas.
Pronto, a "lenha" estava feita, para desespero do João
Francisco. Aguardamos então a chegada do caminhão-reboque.
O "sorrisozinho" estilo Monalisa do motorista do caminhão
ao descobrir que a chave do veículo estava trancada
no porta-malas nunca mais vai sair da minha memória.
Tem mais... O reboque nos deixou em ponto de apoio na
estrada. Arrombamos o porta-malas. Lá estava a chave
a rir de nós! Mas para pegar o estepe, tivemos que tirar
nossa bagagem. Enquanto o borracheiro fazia o serviço,
veio um estrupiado vira-latas e, diante dos nossos olhos
perplexos, fez xixi no colchão do João Francisco, que
a essa altura já estava com uma felicidade contagiante.
Trocamos o pneu e viemos para casa em segurança. Nunca
mais esqueceremos daquela viagem.
13. Existe uma conscientização generalizada em
favor do "fair-play" nas competições esportivas. Apesar
dos "quilômetros rodados", o que tira você do sério
numa competição de futebol de mesa?
R.: É muito difícil me tirar do sério. Mas,
com certeza, já perdi as estribeiras. Hoje, confesso
que não gosto de berros comemorativos na hora do gol.
Acho que deveríamos fazer uma campanha contra gritos
estéricos. Acho extremamente negativo para nessa modalidade.
Tenho me policiado nesse sentido. Ás vezes escapa, mas
tento evitar. Atrapalha quem está jogando nas outras
mesas, é ruim para o adversário e para nossa imagem
enquanto modalidade esportiva.
14. Qual o clube de futebol de mesa mais organizado
em que você já jogou?
R.: Acho que foram dois os clubes mais organizados
que já participei: Tupi, do José Henrique Winter, e
o Futrica, do Sidney Alves. Isso não quer dizer que
os outros eram desorganizados, pelo contrário. Só que
esses dois clubes foram referências positivas no quesito
organização.
15. Qual a competição mais organizada de que você
tomou parte?
R.: As competições em Belo Horizonte geralmente
são bem organizadas em função da estrutura que a Sala
422 do Mineirinho possui. Mas, acho que o Campeonato
Brasileiro Individual de 2001, quando o Lorival derrotou
o Janilson na final, foi muito bem organizado. Todos
os participantes tinham crachá, o qual eu guardo até
hoje. Tiveram outras muito bem organizadas. Acho que
as coisas melhoraram bastante a partir das últimas duas
gestões da Vice-Presidência (Três Toques) da CBFM. Mas,
temos muito que evoluir ainda.
16. Quais são as maiores qualidades e os defeitos
da regra de três toques?
R.: Acredito que a maior qualidade da Regra
de Três Toques é o fato dela ser uma regra muito estratégica.
É uma modalidade extremamente técnica. É preciso usar
a inteligência para jogá-la. Por outro lado, isso dificulta
demais para os iniciantes, que levam muito tempo para
aprender as artimanhas da modalidade. Esse é o seu principal
defeito, para o qual não há muito que fazer, já que
a meu ver, se mexer muito na regra, perde-se suas principais
características.
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Thiago
juntamente com sua equipe atual, o Tupi
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17.
Que sugestões você daria para a nossa regra ficar ainda
melhor?
R.: Sou a favor de coibir os gritos e sou a
favor do tempo de jogo ser aberto a todos os botonistas.
Não creio que mudanças profundas na regra sejam positivas,
já que podem mudar a filosofia da modalidade. O que
nossa modalidade mais precisa é de gente com paciência
para ensinar os novos praticantes. Acho que temos que
desenvolver campanhas nesse sentido. Os botonistas que
rompem a difícil marca dos três anos em nossa modalidade,
dificilmente abandonam as competições. Mas sem o apoio
dos mais experientes, os iniciantes não chegam a esse
patamar.
18. Em sua opinião, qual o maior problema enfrentado
pela CBFM 3 toques no momento?
R.: Acredito que o maior problema que a CBFM
- Três Toques enfrenta no momento é a falta de gente
para tomar as rédeas da modalidade. Tem muita gente
para colocar o time na mesa e poucas pessoas para montarem
os cavaletes. Aí complica, né! Reforço que outro ponto
que precisamos melhorar é a renovação de praticantes.
Os anos passam e os praticantes são os mesmos.
19. Que sugestões você daria para que o nosso
movimento volte a crescer?
R.: Acredito que o envolvimento deve ser de
todos. Todos devem se comprometer com o crescimento
da modalidade. Se cada um assumir a sua parcela de responsabilidade,
com certeza nosso esporte voltará a crescer. Nosso produto
é muito bom, mas precisamos aprender a vendê-lo melhor.
Precisamos conquistar os corações dos jovens, e temos
o apoio de seus pais para isso, já que eles sabem que
jogar botão é muito melhor que Vídeo-Game.
20. Como você vê o atual momento do futebol de
mesa mineiro? Quais suas sugestões e expectativas em
relação ao movimento no seu estado?
R.: Acredito que o momento atual do Futebol
de Mesa em Minas Gerais é o melhor dos últimos 15 anos.
Temos duas cidades muito bem estruturadas: Belo Horizonte
e Juiz de Fora. E temos ainda as cidades do sul de Minas,
que estão motivadas, mas que jogam a Regra Paulista.
Entretanto, acredito que, com o intercâmbio que está
acontecendo com Poços de Caldas e São Lourenço, em breve
também teremos jogadores da Regra Carioca naquelas cidades.
Minha passagem pelo Vasco foi positiva não só pelos
títulos conquistados. Foi lá que aprendi que é possível
todas as Regras do Futebol de Mesa conviverem juntas.
É o que estamos tentando fazer no Tupi. Na minha opinião,
quem joga os Três Toques, não vai deixar de jogá-lo
para disputar outra modalidade. Pode até participar
de outra modalidade, mas não vai abandonar a Regra Carioca.
E isso pode acontecer nas outras modalidades. Quem joga
Dadinho 9X3, por exemplo, pode se tornar também um botonista
da Regra Carioca. Temos que unir forças. Somar!
21. Atualmente você ocupa cargo de direção em
algum clube, associação, federação ou confederação?
Se sim, quais os seus grandes desafios?
R.: Não tenho nenhum cargo oficial. Extra-oficialmente,
atuo como Assessor de Comunicação do Departamento de
Futebol de Mesa do Tupi, fazendo o contato com a imprensa
e elaborando planos mirabolantes para atrair novos botonistas.
22. Quais são seus projetos para o futuro no nosso
movimento?
R.: Meu grande plano, atualmente, é fazer a
reforma da nossa sala. Quero deixá-la brilhando e com
uma decoração temática, voltada para o Futebol. Quero
conceber um espaço do qual Juiz de Fora se orgulhe.
Temos potencial para isso e vamos fazê-lo em breve.
23. Fale-nos um pouco do seu clube atual, o Tupi.
Quais os problemas que ele vem superando? Quais os projetos
para ele?
R.: Estou muito feliz com o retorno do Tupi.
O Áureo Fortuna, presidente do clube, nos dá apoio e
gosta de ver a sala cheia durante os campeonatos. Nosso
maior problema, atualmente, é que nossa sala ainda não
está do jeito que queremos. Todo o clube está precisando
de reforma. Parte dele será vendida para sanar dívidas
contraídas em gestões passadas. No Futebol de Mesa,
passamos todo o ano capitalizando recursos para fazer
nossa reforma. O dinheiro é curto e os sonhos são grandes.
Estamos a meio caminho de atingir nosso objetivo. No
que se refere ao aumento do número de participantes,
temos convidado sistematicamente pessoas para se juntarem
a nós. Abrimos espaço para a participação em três modalidades:
Regra Carioca, Regra Paulista e Dadinho 9X3. Independente
da modalidade, precisamos ver a sala do Tupi repleta
de botonistas para que não venha acontecer novamente
de perdermos a nossa sala. Seria como o Vasco perder
São Januário. Já passamos por isso e vou me empenhar
ao máximo para que não ocorra novamente. Seria uma derrota
pessoal muito grande e um revés enorme para a modalidade
em nossa região.
24. É comum em nossas conversas surgirem listas
dos cinco mais, o "TOP FIVE". Em sua opinião:
- Quais os cinco melhores técnicos da nossa regra?
R.: Melhores da História (TOP SEVEN): Renato
Baumgratz, Bruno de Castro, Lorival Ribeiro, Vander
Felipe, Marcus Motta, Leonardo Stumpf e Carlos Antônio.
- Quais os cinco melhores dirigentes do futebol
de mesa com que você já trabalhou?
R.: Guto Bittar, Paulo Sérgio, Leonardo Stumpf,
José Henrique Winter e Sidney Alves.
- Quais os cinco melhores botonistas com quem
já teve oportunidade de atuar em equipe?
R,. Nossa, joguei com muitos craques! Vamos
lá: Renato Baumgratz, Bruno de Castro, Leonardo Stumpf,
Marcus Motta, Miguel Lemos e João Francisco.
- Quais os cinco melhores árbitros do futebol
de mesa?
R.: Marcus Motta, Sibélius Bernardes, Benjamim
Abaliac, José Pires e Gustavo Lopes.
PS: Juiz bom tem que aparecer pouco!
25. Um sonho que você ainda não realizou no futebol
de mesa?
R.: Tenho muitos projetos engavetados na minha
cabeça. A grande maioria de cunho social. Quem sabe,
em 2010, não consigo colocar algum na prática.
26. Finalizando, deixe o seu recado ou impressões
sobre o tema que preferir.
R.: Deixo aqui meu agradecimento a todos que
fazem parte dessa verdadeira família que é composta
pelos praticantes da Regra Carioca. Como em todas as
famílias, existem brigas e desentendimentos. Mas, é
preciso superar essas situações. O Futebol de Mesa,
antes de tudo, é confraternização e convívio social.
Um forte abraço a todos!